segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

"Na urgência, não se pode pensar."
Platão
Era bom.
Evitava-se pensamentos chatos e (como perceberíamos mais tarde) completamente desnecessários.
E a urgência teria alguma hipótese de, efectivamente, se transformar em algo bom e... real.
Repito.
Na urgência, não se pode pensar.
E escrevo o meu nome aqui por baixo.
Catarina.
Para ver se sou mais real do que Platão.
É urgente.
(Penso eu...)
Quero que seja urgente.
Não penses, Platão... Não penses isso de mim. Afinal, não és tu o dono da alegoria da caverna? Lá também há urgências?
(E os médicos das Urgências, também não podem pensar...?)
Por agora, a urgência só faz sentido se for pensada.
@

2 comentários:

Jota disse...

Só tenho a PENSAR que essa foto é um bocado creepy xD

But I love you anyway @

Joana Azevedo disse...

gostei do texto, está filosófico q.b. e a Alegoria da Caverna fez-me lembrar do nosso querido prof. Calisto. :$