sábado, 31 de outubro de 2009

Halloween 2009 E.S.A.S <3

Muito obrigada a todos os que actuaram, a todos os que participaram, a todos os que ajudaram e contribuíram das mais variadas formas possíveis, a todos os que acreditaram, a todos os que estiveram presentes, a todos os que dançaram, cantaram, sorriram e saltaram!

Muito obrigada mesmo! :')

O nosso Halloween maravilhoso irá ajudar três causas que merecem toda a ajuda possível. ^^

[Aquela palavra especial para as pessoas com umas t-shirts que diziam STAFF - Pessoal, só nós sabemos :') @]

É só impressão minha ou este ano o Halloween foi mais brilhante do que o normal? ;)

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sábado, 24 de outubro de 2009

" ISTO NÃO É UMA FESTA DE HALLOWEEN! "
30 de Outubro
Ginásio da ESAS

Programa:

16:00 - Início

16:30 - Abertura com "The Gongas Spears Magno"

17:30 - Actuação de Inês Félix

18:00 - Concurso de gritos

18:30 - Actuação de Fábio Mirra

19:00 - Actuação de Hip Hop

20:00 - Fecho das portas

DJ convidado: DJ Haso

O programa pode sofrer alterações, mas nada de muito aterrador... :P

Se quiseres, podes levar uma máscara ou algo alusivo ao Halloween :P

Bilhetes à venda junto dos alunos do 12ºD e também no CRE da escola! (1,5 abóboras)
Atenção! É mais caro se comprares o bilhete no próprio dia, por isso, hurry up! ;)
Todo o dinheiro angariado reverterá a favor da APAV, da Associação dos Amigos dos Animais Abandonados da Moita e para um projecto de hipoterapia para crianças deficientes.
( iniciativa no âmbito da disciplina de Área de Projecto ).
Bora lá pessoal, é por 3 boas causas e a única coisa que têm de fazer é marcarem presença na festa de Halloween mais arrepiante de sempre e passarem um bom bocado com os vossos amigos!
Divulguem e apareçam!
=D @

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Façam barulhooo! =p

" (...) Mesmo sabendo que não gostavas,
Empenhei o meu anel de rubi,
P'ra te levar ao concerto
Que havia no Rivoli (...) "
=')
[ Moral, Fátima 2009 @ ]
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

"Todos os caminhos vão dar a todas as Romas do planeta (...)."
Gonçalo Cadilhe em "Nos passos de Magalhães"
Eu penso: " Então, qual vai ser a desculpa, desta vez? Se há vários caminhos, várias Romas, tantas hipóteses de chegada como de partida...eu penso... Qual vai ser a desculpa para não seguir nenhum caminho, para não alcançar nenhuma Roma...?"
Penso mas não digo nada.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Sonhador Viciado

" Não sei se é sonho, se realidade,
Se uma mistura de sonho e de vida,
Aquela terra de suavidade
Que na ilha extrema do sul se olvida.
É a que ansiamos. Ali, ali
A vida é jovem e o amor sorri.
Talvez palmares inexistentes,
Áleas longínquas sem poder ser,
Sombra ou sossego dêem aos crentes
De que essa terra se pode ter.
Felizes, nós? Ah, talvez, talvez,
Naquela terra, daquela vez.
Mas já sonhada se desvirtua,
Só de pensá-la cansou pensar,
Sob os palmares, à luz da lua,
Sente-se o frio de haver luar.
Ah, nesta terra também, também
O mal não cessa, não dura o bem.
Não é com ilhas do fim do mundo,
Nem com palmares de sonho ou não,
Que cura a alma seu mal profundo,
Que o bem nos entra no coração.
É em nós que é tudo. É ali, ali,
Que a vida é jovem e o amor sorri."
Fernando Pessoa
Há quem diga que Fernando Pessoa, de vez em quando, para "expandir a sua criatividade", tomava algumas "substâncias químicas"... Drogas. Bem, obviamente eu não posso saber se isto é verdade ou mentira - abstenho-me de opinar sobre as supostas dependências de Fernando Pessoa. Não tenho forma de saber se o seu génio criativo era fruto de uma imaginação fora de série ou de uns quantos pozinhos mágicos milagrosos...
No entanto, este poema leva-me a pensar: não teremos todos uma pequena dose de pozinhos milagrosos escondidos algures dentro de nós e que, por vezes, se libertam, se espalham pelo nosso corpo e pela nossa mente e nos levam a desejar "ilhas do fim do mundo"? Esta possibilidade parece assim tão excêntrica, tão descabida, tão irreal? Para mim, nem por isso. Não me surpreenderia se, mais dia menos dia, se descobrisse que todos temos um armazenamento de pozinhos mágicos dentro de nós, muito bem escondidos. Porém, esporadicamente, por necessidade inconsciente nossa, estes pós têm que deixar o seu esconderijo e viajar pelo nosso sangue, espalhar-se por todas as partes do nosso corpo que ainda consigam sonhar. E qual é o efeito deste processo? Pensar, por momentos, que podemos fugir para uma ilha onde a felicidade plena é atingível. Um sítio onde todos os nossos medos e preocupações são barrados à entrada, porque simplesmente não têm passaporte. E, nesse sítio, divagamos, mais livres do que nunca. Tudo é suave, descomplicado, belo... Enfim, a perfeição segundo os padrões de cada um de nós.
E eis que os pozinhos mágicos deixam de funcionar e nós nos apercebemos que essa ilha não existe, não existiu e, possivelmente, nunca existirá. Possivelmente...
Racionais, não queremos viver numa alucinação; é uma realidade que não existe, logo, acaba por significar apenas uma felicidade momentânea e vazia.
Sonhadores, temos a capacidade de voltar a repor o nosso armazenamento de pozinhos que, quando precisarmos de esquecer um pouco esta ilha deste mundo, voltarão a estar disponíveis para serem utilizados.
Talvez Fernando Pessoa fosse apenas um sonhador viciado.
Critiquemos o vício, deixemos o sonho em paz.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

" (...)
If you don't like that, then send it right back.
(...)"
Verso da música "Be on you" - Ne Yo
Uma atitude que facilitava muita coisa.
Não gosta, não serve, não quer, não precisa... volta para o sítio de onde veio. Com delicadeza. Sem sentimentos de culpa.
Mas todos sabemos que a realidade não é bem assim. Porquê?
Prazer em complicar tudo.
=T @

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

" Ou você vive a vida, ou a vida o vive a si . "
Dave Pelzer
E ser vivido pela vida não tem piada nenhuma.
;)
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Primeiro passo de mochila às costas

" É com uma pontinha de preocupação que ponho uma vez mais a mochila às costas, saio de casa, deixo a cidade. Em que me meto desta vez? Sorrio: afinal, a mesma pergunta, as mesmas dúvidas, essa mesma pontinha de preocupação de todas as outras vezes, de todas as outras viagens. Por enquanto preocupo-me apenas com a mesma coisa de sempre: em vencer a inércia e dar o primeiro passo."
Gonçalo Cadilhe em " Nos passos de Magalhães "
E, no final de contas, não é isso que custa sempre, a todos...: vencer a inércia e dar o primeiro passo?
Gostei de perceber e poder confirmar que até mesmo uma pessoa que já percorreu o mundo enfrenta o que eu, tantas vezes, enfrento - o receio de dar o primeiro passo. É tão difícil optar pelo incerto, mudar, tomar decisões... E se escolhermos a opção errada? O que acontece? Poderemos voltar atrás? E se ficarmos sozinhos? Pior...e se quem esperávamos que ficasse connosco for o primeiro a nos abandonar?
Frequentemente, penso que sou só eu a debater-me com este tipo de problemas... Não podia estar mais errada! No segundo a seguir a ter pensado isso, já me apercebi do tremendo erro egocêntrico que cometi ao achar que só eu coloco estas questões. Que só eu é que tenho medo... Sei que não é assim. E o Gonçalo Cadilhe também sabe.
Comecei a ler os livros dele há uns tempos e fiquei imediatamente fã. Trata-se de um jornalista que "passeia" pelo mundo de caderno e caneta na mão, com o objectivo de escrever tudo aquilo que vê para, no fim, enviar uma crónica a ser publicada no jornal Expresso. No entanto, acaba por escrever mais sobre aquilo que sente do que sobre aquilo que vê. Os livros dele são uma autêntica viagem. Facilmente imaginamos que somos nós que vagueamos, de caderno e caneta na mão, por esse globo fora, e não ele. (Atenção, não recebo nada por fazer publicidade aos livros do Gonçalo Cadilhe. xD No entanto, se tiverem curiosidade em ler, ainda bem. Acho que não se vão arrepender! =D ).
De certa forma, é uma pessoa que admiro, maioritariamente por fazer coisas com que eu sonho: viajar pelo mundo, escrever, ser jornalista... Que combinação! =')
Enquanto não chego lá, leio os livros. E aprendo que até uma pessoa que já partilhou casa com pessoas que conhecia há uns minutos, já almoçou refeições que não lembram a ninguém, já arranjou as maneiras mais insólitas de passar fronteiras...tem receio de dar o primeiro passo. E foi esta mesma pessoa que, depois de viajar, viajar, viajar... voltou sempre a casa com uma máquina fotográfica cheia de histórias e livros cheios de imagens da memória de quem passou momentos únicos e que os tenta descrever... embora saiba que, escritos, são bons, mas nunca tão bons como são vividos.
Por essa razão, ele volta sempre a pôr a mochila às costas.
O primeiro passo não deve nunca ser um impedimento - deve ser um impulso.
Muitos primeiros passos de mochila às costas. =)
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Coimbra

" Nos jardins da Quinta das Lágrimas acumulam-se memórias desde o século XIV, tanto nos elementos construídos como nas suas árvores, nas suas lendas populares e na sua verdadeira história. O documento mais antigo onde a Quinta é referida data de 1326, ano em que a Rainha Santa Isabel mandou fazer um canal para levar a água de duas nascentes para o Convento de Santa Clara. Ao sítio de onde saía a água chamou-se "Fonte dos Amores", por ter presenciado a paixão de D.Pedro, neto da Rainha Santa, por Inês de Castro. A outra fonte da Quinta foi baptizada por Camões de "Fonte das Lágrimas", por ter nascido das lágrimas que Inês chorou ao ser assassinada. O sangue de Inês terá ficado preso às rochas do leito, ainda vermelhas depois de 650 anos...
"Lágrimas são a água e o nome amores", escreveu Camões nos "Lusíadas".
Folheto Turístico

Coimbra e o seu Rio Mondego...

Coimbra e os seus Pequenitos...

Coimbra e as suas (não podia deixar de ser) criativas Repúblicas de Estudantes Universitários... Ainda estava tudo muito calmo, as aulas ainda não tinham começado. Mas dava para sentir o ambiente universitário no ar...

Fim-de-semana prolongado em Coimbra. Sair de casa, quebrar a rotina.

Mais uma cidade portuguesa a destacar no caderno de viagens.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Teletransporte 2 (para longe de metáforas repetidas)

...
E teletransporta-me para bem longe, por favor...
As palavras começam a querer repetir-se e eu não sei até que ponto isso é bom...
Talvez não seja de todo bom.
Não vou repetir a metáfora que já usei. Se não fez sentido à primeira, muito menos sentido fará à segunda.
Se voltar a remexer na metáfora utilizada...Vai ser só para a apagar definitivamente.
Custa-me esta incompreensão metafórica, mas assumo a minha parte da culpa. Devo ser metafórica demais. Quem se perde em reflexões, às tantas, acaba por não ter novos assuntos sobre os quais reflectir. E aí tem que repetir incessantemente os velhos assuntos.
Recuso-me.
Para isso, leio os textos que já escrevi antes.
Um bocadinho menos de assuntos velhos, um bocadinho mais de assuntos novos...
Vá lá.
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Teletransporte

www.youtube.com/watch?v=sMcmIhkWETI

Sou levada por uma espiral azul, laranja, verde ,amarela , preta, branca...

Transparente, brilhante, musical, fresca, cintilante, leve, voadora...

Suave, maleável...

É o meu teletransporte. Leva-me sempre para onde eu quero e não posso chegar...

Hoje, leva-me, por favor, para um sítio onde a música não páre de tocar. Para onde o pôr-do-sol não desapareça ou, então, onde seja sempre noite...Mas uma noite de pôr-do-sol. Leva-me para uma praia cheia de gente mas sem falta de espaço, onde não interesse quem somos mas sim como somos; uma praia em que ninguém pense, só viva - uma praia onde a música que toca soe de outra maneira, uma maneira que só quem lá está pode sentir e compreender...

Algo único no Universo...

As bebidas de tantas cores que brilham nos copos estendidos ao luar, quando a música não permite parar. As tintas fluorescentes que pintam caras, mãos, braços, pernas, e ninguém se preocupa se a nódoa vai sair. A esplanada tão cheia de risos à volta das mesas.

Ao fundo, os hotéis iluminados são o cenário perfeito.

"I want to live in Ibiza" @

Teletransporta-me.

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Não são saudades do Verão... São os efeitos secundários do teletransporte.